Se eu fosse um coqueiro

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Resolvi lavar a alma
Tomei um banho ontem a noite, que valeu por ontem e hoje
Amanheci com cor de quem existe
A toalha era salmao, que me lembrou os peixes e assim o mar
Me senti tao grande em reconhecer sua beleza, porque eu tive olhos para ve-lo
A cor do mar, me lembrou o ceu , que me fez sentir-se no mundo
Quantas vezes na calada da noite olhei para ele, as estrelas brilhavam sem cansar, e eu me sentia acompanhada
Para lavar a alma foi preciso tirar a sujeira
Que ate fez-me pensar na Terra
Que bom! Pois nao me vejo sem chao
Para nao cair, me segurei nos azuleijos
E senti sua frieza...
Pensei na capacidade do alguem que o fez
Que talvez tivesse o sangue quente correndo pelas veias.
12/05/04

Um comentário:

  1. Nossa quanta coisa boa aqui. Dá até vontade de correr atrás de uma editora. Boa idéia, se você me autorizar a gente pode tentar publicar seus versos, que tal?

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